Esta música foi-me dada a conhecer no momento certo...
Reencontros acontecem...
Regressam as perguntas, que pensava esquecidas...
Remexe-se no que pensava já não ter retorno
E que volta e meia teima em regressar...
Pergunto porquê...
E continuo sem encontrar respostas...
Se não colocar as perguntas talvez nunca venha a obte-las...
Os sinais não estão lá...
Talvez seja apenas um entretanto entre espaços de vida...
Detesto estes entretanto...
Detesto esta incerteza...
Detesto ainda ficar a pensar...
Detesto não avançar...
Detesto querer o que não devo...
Porquê é que a razão não se sobrepõe...
Porquê é que faz mossa...
Quando já não deveria...
E surgiu esta música que se sente...
Esta música que deixa transparecer o querer...
Cheia de histórias de encontros e desencontros...
Que podem terminar em reencontros...
Histórias com finais felizes como eu gosto...
Daquelas que nos fazem acreditar...
Que de rosa é possível pintar vidas...
Acho que estou carente de rosa na minha vida...
Especialmente nestes dias de cinzento...
Two for the Road...
Two For the Road - Marc Collin
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
domingo, 28 de outubro de 2007
domingo, 21 de outubro de 2007
Roads...
Portishead - Roads
Vivo um tempo estranho...
Um Outono de sentimentos...
Aproximam-se datas que relembram caminhos percorridos...
Pedaços de nós que se despediram...Tirando o sopro de vida...
Revoltam-me as hipocrisias...
Um sistema que por mais que se informe e se esclareça, retorna sempre em forma de tortura, uma e outra vez...
Um tocar de campainha que faz reviver tudo mais uma vez...
E uma vez mais se expressa a incredulidade por novamente se ouvirem e se prestarem os mesmos esclarecimentos...
O futuro seria estranho...
Ver-te a entrar e sair de salas e processos, que ainda nem nós nos apercebemos da dimensão...
Questões essas que nem valem a pena remexer...
As vezes sinto-me vazia...
Outras cheia de revolta...
Pelos apelos que emitias e que nada fizeram para os ouvir...
Deixaram-te entregue à tua confusão e tortura emocional...
Que te caracterizou e te torturou mês e meio...
Dói ler e reler as tuas palavras e sentir o desespero que sentiste...
Pelas coincidências ridículas do dia-a-dia e que te catapultaram para isso...
As tentativas...
O tirar aos poucos..
O sofrer em silêncio esperando que esse mesmo fim chegasse...
E não chegou numa primeira e numa segunda vez...
Até que radicalizaste a situação e não haveria ponto de retorno...
Noite inquieta...
De desassossego...
E que a madrugada traria à luz tamanho sofrimento...
Essas mesmas estranhas coincidências trouxeram os meus passos cá...
E amparei os braços que desfaleciam...
Os rostos que escureciam...
O sofrimento de uma luta que durante anos travamos e que ali tinha o seu termo...
Mas no meio de uma tragédia...
Destacava-se um sorriso...
Aquele teu...
Em que nos dizias adeus...
Um até breve...
E que finalmente te encontravas em paz...
terça-feira, 16 de outubro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Weekend @ Capital...
Porque esse valeu pelos amigos...
Pelo belo final de tarde no CCB e pelas nossas conversas...
Pelas 4 rapidinhas e o Martini..
Pela bela da costeleta..."Isto é muita xixa"
Pelo cheiro horrível do cozinheiro...
Da muda da sabrina para o sapatito de cinderela...
E do sapatito de cinderela para a sabrina...
Pelo Malibu Vodka Morango no Estado Liquido...
Pela ida ao Loft e ouvirmos as nossas músicas...
Pelo Deepest Blue, pelo Raise Up...
Pelas milhentas fotos de amigos...
Pela pertinência da abordagem do jovem...
Por pegarem em mim no final da noite...
Pela Dartagnona...(Que ainda não me soa bem...)
Pelos sorrisos que ficaram gravados nas nossas fotos...
Pelos sorriso e saudades que surgem ao vê-las...
Pelo acordar com um mercado mesmo por debaixo da janela...
Pelo almoço no Parque das Nações...
Pela tarde na Bafureira...
A bela tarde na esplanada...Em que me levantei 500 Vezes...Mas faz parte do momento...
Mais fotos...
Daquelas felizes...
Daquelas de amigos...
Do jantar em Tokyo...
Do sashimi...
Do esforço colossal para comer arroz...
Pelo teu olhar de desespero perante o quente...
Das montagens de suportes de guardanapos...E de a desfazer :p
Do espanto perante a conta...
Do ter que correr ao MB mais próximo...
Do Bairro...
Do Bedroom...
Do Lux...
Do deitar com quase o sol a nascer...
De acordar e sorrir...
De tomar café num local fantástico...
De sermos gaseados em pleno Parque...
Da tua cara de espanto...
Das gargalhadas do momento...
De sorrir cada vez que relembro...
Pelo belo final de tarde no CCB e pelas nossas conversas...
Pelas 4 rapidinhas e o Martini..
Pela bela da costeleta..."Isto é muita xixa"
Pelo cheiro horrível do cozinheiro...
Da muda da sabrina para o sapatito de cinderela...
E do sapatito de cinderela para a sabrina...
Pelo Malibu Vodka Morango no Estado Liquido...
Pela ida ao Loft e ouvirmos as nossas músicas...
Pelo Deepest Blue, pelo Raise Up...
Pelas milhentas fotos de amigos...
Pela pertinência da abordagem do jovem...
Por pegarem em mim no final da noite...
Pela Dartagnona...(Que ainda não me soa bem...)
Pelos sorrisos que ficaram gravados nas nossas fotos...
Pelos sorriso e saudades que surgem ao vê-las...
Pelo acordar com um mercado mesmo por debaixo da janela...
Pelo almoço no Parque das Nações...
Pela tarde na Bafureira...
A bela tarde na esplanada...Em que me levantei 500 Vezes...Mas faz parte do momento...
Mais fotos...
Daquelas felizes...
Daquelas de amigos...
Do jantar em Tokyo...
Do sashimi...
Do esforço colossal para comer arroz...
Pelo teu olhar de desespero perante o quente...
Das montagens de suportes de guardanapos...E de a desfazer :p
Do espanto perante a conta...
Do ter que correr ao MB mais próximo...
Do Bairro...
Do Bedroom...
Do Lux...
Do deitar com quase o sol a nascer...
De acordar e sorrir...
De tomar café num local fantástico...
De sermos gaseados em pleno Parque...
Da tua cara de espanto...
Das gargalhadas do momento...
De sorrir cada vez que relembro...
Irmão(s)...
Porque hoje já se resumem a simplesmente um...
E porque esse sinto-o como meu...
Não o gerei, mas de coração é meu...
É o meu maior pedaço...
É a parte sem a qual não conseguiria e não poderia viver...
Vou perdendo, mas perder-te a ti significaria morrer...
Ocupas-me...
Fico orgulhosa com os teus sucessos e as tuas conquistas...
Quero-te proteger do mundo...
Quero-te nos meus braços a surrar Naná...
Quero sentir a tua perna por cima das minhas, como a pedir para não te abandonar...
Quero-te proteger e não teres sobressaltos...
Não te quero com medo...Eu dou-te a mão...
Sorrio quando a internet junta 2 gerações tão afastadas e que tu aproximas...
Ver uma mãe a olhar para um LCD e a sorrir com o coração apertado de saudades...
Sorrio ao ver e aperceber-me o quanto és parecido fisicamente com ele...
Toma as atitudes certas...
Sê forte...
Vive, mas com passos firmes e seguros...
Não te percas...
Para eu não me perder também...
E porque esse sinto-o como meu...
Não o gerei, mas de coração é meu...
É o meu maior pedaço...
É a parte sem a qual não conseguiria e não poderia viver...
Vou perdendo, mas perder-te a ti significaria morrer...
Ocupas-me...
Fico orgulhosa com os teus sucessos e as tuas conquistas...
Quero-te proteger do mundo...
Quero-te nos meus braços a surrar Naná...
Quero sentir a tua perna por cima das minhas, como a pedir para não te abandonar...
Quero-te proteger e não teres sobressaltos...
Não te quero com medo...Eu dou-te a mão...
Sorrio quando a internet junta 2 gerações tão afastadas e que tu aproximas...
Ver uma mãe a olhar para um LCD e a sorrir com o coração apertado de saudades...
Sorrio ao ver e aperceber-me o quanto és parecido fisicamente com ele...
Toma as atitudes certas...
Sê forte...
Vive, mas com passos firmes e seguros...
Não te percas...
Para eu não me perder também...
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
terça-feira, 2 de outubro de 2007
...
Começo por...
Porque é mesmo neste "ponto" que me encontro...
Em standby...
Estranhamente serena, mas com um misto de inconformismo...Que nem eu me sei definir...
Sinto-me impotente perante as amigas que precisam de mim...
É tão estranho ter razão quando não se queria ter...Preferia não te ouvir dizer, tinhas razão, avisaste-me, tentaste-me chamar à razão mas não te ouvi...
Preferia mil vezes estar errada e não te ouvir proferir as palavras que te ouço proferir...
Sinto-me impotente...
Sinto-me estúpida por ter tido razão...
Esta vida é tão inconstante...
Ainda à uma semana te ouvia dizer que tudo se estava a resolver e finalmente ias ter um pouco de paz...Essa mesma que não tiveste no ultimo par de anos...
Finalmente tinhas tomado uma atitude...Tinhas deixado de lado o medo...O medo dos burburinhos e de tudo o que se seguiria em consequência da tua tomada de decisão...
Tudo parecia bem, até este sábado ter sido acordada pelo teu choro...
E sentir uma imensa raiva de quem te faz chorar...
Gostei tanto das tuas palavras à uma semana atrás...Seguias em frente dona do teu destino...
E agora limpo-te as lágrimas...
É tão antagónica esta vida...Presenciamos a felicidade de uns e a dor de outros...
Não devia ser permitido os amigos sofrerem...
Eu já estou habituada, aguento-a bem...Mas quem não está não deveria experimenta-la...
Presenciei a felicidade de uma parte de mim à uma semana atrás... Naquele sim tão sentido...E não imaginas o quanto deliciei...
E agora tenho duas amigas...Que necessitam que lhe agarrem pela mão como já me fizeram e as faça ver que é possível sorrir...não apagar o sorriso mesmo face a tudo o que se presencia, e de tudo parecer tão cinzento...
Temos de continuar a lutar mesmo quando tudo puxa para o fundo...
E parece que é acontecimento ruim atrás de acontecimento ruim...
Sabem que temos uma imensidão de tonalidades, mesmo no cinzento?
Temos o prateado...Podemos começar por aí...
Foi por aí que comecei...Foi pela descoberta de novas tonalidades que comecei a recuperar o sorriso, a me encontrar de novo...
Mesmo depois de parecer não saber sorrir...Ensinaram-me de novo a sorrir...
E os sorriso que agora esboço são sentidos...E surgem agora naturalmente...Assim espontaneamente...
Depois temos estes dias de cinzento...
Que nos tiram a vitalidade...
Que trazem a melancolia...
Hoje só me apetece ouvir uma música, e em repeat...
Porque é mesmo neste "ponto" que me encontro...
Em standby...
Estranhamente serena, mas com um misto de inconformismo...Que nem eu me sei definir...
Sinto-me impotente perante as amigas que precisam de mim...
É tão estranho ter razão quando não se queria ter...Preferia não te ouvir dizer, tinhas razão, avisaste-me, tentaste-me chamar à razão mas não te ouvi...
Preferia mil vezes estar errada e não te ouvir proferir as palavras que te ouço proferir...
Sinto-me impotente...
Sinto-me estúpida por ter tido razão...
Esta vida é tão inconstante...
Ainda à uma semana te ouvia dizer que tudo se estava a resolver e finalmente ias ter um pouco de paz...Essa mesma que não tiveste no ultimo par de anos...
Finalmente tinhas tomado uma atitude...Tinhas deixado de lado o medo...O medo dos burburinhos e de tudo o que se seguiria em consequência da tua tomada de decisão...
Tudo parecia bem, até este sábado ter sido acordada pelo teu choro...
E sentir uma imensa raiva de quem te faz chorar...
Gostei tanto das tuas palavras à uma semana atrás...Seguias em frente dona do teu destino...
E agora limpo-te as lágrimas...
É tão antagónica esta vida...Presenciamos a felicidade de uns e a dor de outros...
Não devia ser permitido os amigos sofrerem...
Eu já estou habituada, aguento-a bem...Mas quem não está não deveria experimenta-la...
Presenciei a felicidade de uma parte de mim à uma semana atrás... Naquele sim tão sentido...E não imaginas o quanto deliciei...
E agora tenho duas amigas...Que necessitam que lhe agarrem pela mão como já me fizeram e as faça ver que é possível sorrir...não apagar o sorriso mesmo face a tudo o que se presencia, e de tudo parecer tão cinzento...
Temos de continuar a lutar mesmo quando tudo puxa para o fundo...
E parece que é acontecimento ruim atrás de acontecimento ruim...
Sabem que temos uma imensidão de tonalidades, mesmo no cinzento?
Temos o prateado...Podemos começar por aí...
Foi por aí que comecei...Foi pela descoberta de novas tonalidades que comecei a recuperar o sorriso, a me encontrar de novo...
Mesmo depois de parecer não saber sorrir...Ensinaram-me de novo a sorrir...
E os sorriso que agora esboço são sentidos...E surgem agora naturalmente...Assim espontaneamente...
Depois temos estes dias de cinzento...
Que nos tiram a vitalidade...
Que trazem a melancolia...
Hoje só me apetece ouvir uma música, e em repeat...
Hoppipolla - Sigur Ros
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