segunda-feira, 29 de junho de 2009
Thriller...
Agora que Michael Jackson morreu e todos os dias somos bombardeados com causas possíveis, se foi suicídio, se foi assassinato, se poderia ter sido evitado, a que se deveu...Tudo digno de um episódio CSI...
Ouvir esta música recorda-me de ti...
De a ter ouvido vezes sem conta enquanto ensaiavas os passos de dança,
De como fiquei orgulhosa de te ver naquele palco...
Do teu sorriso...
Da tua felicidade ali naquele momento...
Eram momentos felizes...
Daqueles que recordados trazem as lágrimas...
Daqueles que desejávamos que nunca terminassem...
Estávamos todos...
Estávamos nós...
Estava a tua alegria e força de viver
Que demasiado cedo te foi roubada
Que demasiado nos deixou...
domingo, 28 de junho de 2009
E agora?
Não sei para onde caminho,
Não sei para onde me dirijo...
Parece que para onde rumo,
É sempre o lugar errado...
Passo a vida a dar meia volta...
Não me apetece escrever...
Não me apetecer ler...
Não me apetece...
Simplesmente não sei o que me apetece,
Não sei o que não me apetece
Não sei o que me anima,
Nem o que me desanima...
Onde errei,
Onde acertei...
Para onde vou...
Faço planos,
E desfaço planos...
Será que isto pára?
Será que algum dia isto toma um rumo certo...
è que cansa estar sempre na zona de partida,
Sem nunca ter alcançado uma metazinha...
Não sei que tenho...
Que o mau humor é constante..
Estou farta das histórias com personagens diferentes se repetirem...
Estou farta de o passado insistir em fazer parte do meu presente...
Estou farta de dias de chuva,
Da melancolia constante...
De dizer não...
E de virem com amizades encobertas...
Quero espaço o meu espaço...
Quero-me encontrar,
Que passo a vida a me perder...
Quero planear e viajar...
Quero ter certezas...
E não um punhado de incertezas...
Quero-me a sorrir
Não inconstante
E por vezes pareço indiferente,
As vezes penso se me estou a tornar numa pessoa sem coração,
Mas depois alguém vem e faz-me lembrar que existe...
Em pedacinhos...
Uns melhores...
Outros piores...
Não gosto de como me sinto...
Não gosto de não desabafar...
De não escrever...
De apenas me procurar nas palavras dos outros...
E não nas minhas...
Todos têm uma vida...
Uma vida para seguir...
Um rumo que seguem...
Menos eu...
Que aqui vou ficando...
Até a minha escrita está uma confusão :(
Não sei para onde me dirijo...
Parece que para onde rumo,
É sempre o lugar errado...
Passo a vida a dar meia volta...
Não me apetece escrever...
Não me apetecer ler...
Não me apetece...
Simplesmente não sei o que me apetece,
Não sei o que não me apetece
Não sei o que me anima,
Nem o que me desanima...
Onde errei,
Onde acertei...
Para onde vou...
Faço planos,
E desfaço planos...
Será que isto pára?
Será que algum dia isto toma um rumo certo...
è que cansa estar sempre na zona de partida,
Sem nunca ter alcançado uma metazinha...
Não sei que tenho...
Que o mau humor é constante..
Estou farta das histórias com personagens diferentes se repetirem...
Estou farta de o passado insistir em fazer parte do meu presente...
Estou farta de dias de chuva,
Da melancolia constante...
De dizer não...
E de virem com amizades encobertas...
Quero espaço o meu espaço...
Quero-me encontrar,
Que passo a vida a me perder...
Quero planear e viajar...
Quero ter certezas...
E não um punhado de incertezas...
Quero-me a sorrir
Não inconstante
E por vezes pareço indiferente,
As vezes penso se me estou a tornar numa pessoa sem coração,
Mas depois alguém vem e faz-me lembrar que existe...
Em pedacinhos...
Uns melhores...
Outros piores...
Não gosto de como me sinto...
Não gosto de não desabafar...
De não escrever...
De apenas me procurar nas palavras dos outros...
E não nas minhas...
Todos têm uma vida...
Uma vida para seguir...
Um rumo que seguem...
Menos eu...
Que aqui vou ficando...
Até a minha escrita está uma confusão :(
terça-feira, 23 de junho de 2009
Boa acção do dia...
Lá fiz a boa acção do dia e fiz alguém feliz...
Disse olá...
Depois de meia dúzia de ausências forçadas...
Temos pena...
Mas também ninguém é meigo comigo...
Ainda falou assim meio a fugir,
Que não fazia sentido não falarmos...
Referi-lhe que o que tínhamos estado a fazer na minha terra chama-se falar...
Ai se amanhã tenho um pedido de explicação via telefone...
Tenham pena do pobre...
Porque eu não terei...
E tenho dito!
Disse olá...
Depois de meia dúzia de ausências forçadas...
Temos pena...
Mas também ninguém é meigo comigo...
Ainda falou assim meio a fugir,
Que não fazia sentido não falarmos...
Referi-lhe que o que tínhamos estado a fazer na minha terra chama-se falar...
Ai se amanhã tenho um pedido de explicação via telefone...
Tenham pena do pobre...
Porque eu não terei...
E tenho dito!
domingo, 21 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Say a little prayer...
Meu Deus, olá ...
Esta, é uma oração confusa ou uma tentativa de conversa, não sei, mas ouve-me só por um bocadinho.
A vida podia ser um tabuleiro de Xadrez em que o jogo começa, acaba e recomeça, até que alguém cai para o lado num xeque-mate final.
Às vezes, acho que Tu estás aí, algures (em todo o lado e em todos os tempos) a orquestrar as peças do jogo - moves o cavalo, depois um peão, a seguir a Raínha, sacrificas umas quantas pelo caminho, ensinas-me o verdadeiro valor de algumas delas e peças que eu julgava estratégicas, estruturais mesmo, caêm harmoniosamente ao som de Vangelis e "All those moments will be lost in time, like tears in rain". *
E eu que achava que cairia com elas (sem elas), lá me aguento, reorganizo as defesas e planeio o ataque.
Mas tu não desistes, o que se calhar até é bom, podias largar-me para ali, esquecida a um canto, quieta e confortável nas muralhas reerguidas, mas não, qual bom pai, lembras-te sempre de mim e quando dou por ela, já me falta uma torre à esquerda e, mais à frente, perdi uma parte da infantaria.
É assim, como dizia há dias a minha amiga Inês ao sabor de um Sushi delicioso: "isto é sempre uma luta, caneco, tem de ser sempre tudo uma luta". É verdade, é sempre assim, ir de trombas ao colchão, cuspir o sangue para o lado, levantar as luvas e rir com desprezo ao KO que todos esperavam.
Rir é um grande remédio, aliás, rir é uma grande cura e os sorrisos deviam ser injectáveis numa qualquer vacina de distribuição gratuita (é só uma ideia). Dizem que há uns cigarrinhos que ajudam mas eu nunca experimentei e confesso que aquele mar enorme ali à mão de semear tem em mim um efeito regenerador inimaginável. Ainda tenho de passar uns dias no mar, não sei porquê mas acho que lá, deves estar mais perto.
E por isso, é deixar passar, guardar a jogada perdida e seguir o azul porque, o resto, "é vaidade e vento que passa" e "vale mais uma mão cheia de tranquilidade, que as duas mãos cheias de trabalhos e vãos afazeres" e acreditar ainda, sempre, que aquele Rei perdido num cheque-mate lixado, afinal, era só mais uma peça do jogo.
in meninabemcomportada.blogspot.com
Esta, é uma oração confusa ou uma tentativa de conversa, não sei, mas ouve-me só por um bocadinho.
A vida podia ser um tabuleiro de Xadrez em que o jogo começa, acaba e recomeça, até que alguém cai para o lado num xeque-mate final.
Às vezes, acho que Tu estás aí, algures (em todo o lado e em todos os tempos) a orquestrar as peças do jogo - moves o cavalo, depois um peão, a seguir a Raínha, sacrificas umas quantas pelo caminho, ensinas-me o verdadeiro valor de algumas delas e peças que eu julgava estratégicas, estruturais mesmo, caêm harmoniosamente ao som de Vangelis e "All those moments will be lost in time, like tears in rain". *
E eu que achava que cairia com elas (sem elas), lá me aguento, reorganizo as defesas e planeio o ataque.
Mas tu não desistes, o que se calhar até é bom, podias largar-me para ali, esquecida a um canto, quieta e confortável nas muralhas reerguidas, mas não, qual bom pai, lembras-te sempre de mim e quando dou por ela, já me falta uma torre à esquerda e, mais à frente, perdi uma parte da infantaria.
É assim, como dizia há dias a minha amiga Inês ao sabor de um Sushi delicioso: "isto é sempre uma luta, caneco, tem de ser sempre tudo uma luta". É verdade, é sempre assim, ir de trombas ao colchão, cuspir o sangue para o lado, levantar as luvas e rir com desprezo ao KO que todos esperavam.
Rir é um grande remédio, aliás, rir é uma grande cura e os sorrisos deviam ser injectáveis numa qualquer vacina de distribuição gratuita (é só uma ideia). Dizem que há uns cigarrinhos que ajudam mas eu nunca experimentei e confesso que aquele mar enorme ali à mão de semear tem em mim um efeito regenerador inimaginável. Ainda tenho de passar uns dias no mar, não sei porquê mas acho que lá, deves estar mais perto.
E por isso, é deixar passar, guardar a jogada perdida e seguir o azul porque, o resto, "é vaidade e vento que passa" e "vale mais uma mão cheia de tranquilidade, que as duas mãos cheias de trabalhos e vãos afazeres" e acreditar ainda, sempre, que aquele Rei perdido num cheque-mate lixado, afinal, era só mais uma peça do jogo.
in meninabemcomportada.blogspot.com
Same way...
silence is not the way
to solve a problem
to hide yourself in the darknes!
Open up to me
To hide is even worse
you have a friend in me
don't forget to share your tears, to share your pain
the same way
you share your love or even more you share your secrets...
quinta-feira, 11 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Porque estas palavras fazem todo o sentido....
Con la mano levanta,
al pasado le digo adiós
y el futuro que vendrá
dicen que pende de un hilo.
Y el presente aquí contigo,
mano a mano, oye mi hermano
disfrutar camino (bis).
Con la mano levanta...
De puntillas pa tocar,
voy subiendo un escalón,
escribiendo otra canción de escaleras al cielo,
busco un sitio pa saltar que me de alas pa volar,
realidad a ras de suelo.
Con las manos levantas,
no nos vieron al pasar,
cuantas manos hay que alzar
para que escuchen de nuevo,
tu arma la imaginación,
tu escudo no protection,
intuyendo el movimiento.
Con la mano levanta...
tocaré...voy tocando el cielo....
Salté la valla,
corrí mil batallas,
pero aquí estoy de nuevo.
Perdí el aliento,
pero no me siento,
busco carrerilla,
pa saltar, pa saltar, pa saltar, pa saltar.
Con la mano levanta...
Macaco in Con la mano levanta
al pasado le digo adiós
y el futuro que vendrá
dicen que pende de un hilo.
Y el presente aquí contigo,
mano a mano, oye mi hermano
disfrutar camino (bis).
Con la mano levanta...
De puntillas pa tocar,
voy subiendo un escalón,
escribiendo otra canción de escaleras al cielo,
busco un sitio pa saltar que me de alas pa volar,
realidad a ras de suelo.
Con las manos levantas,
no nos vieron al pasar,
cuantas manos hay que alzar
para que escuchen de nuevo,
tu arma la imaginación,
tu escudo no protection,
intuyendo el movimiento.
Con la mano levanta...
tocaré...voy tocando el cielo....
Salté la valla,
corrí mil batallas,
pero aquí estoy de nuevo.
Perdí el aliento,
pero no me siento,
busco carrerilla,
pa saltar, pa saltar, pa saltar, pa saltar.
Con la mano levanta...
Macaco in Con la mano levanta
Saudades...
Das manhãs de sábado que acordavam com as tuas aulas de Yoga...
E algumas vezes ao som desta música...
E algumas vezes ao som desta música...
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Pedro Gomes @ Casa da Música
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| Pedro Gomes venceu o Prémio Casa da Música, atribuído entre os finalistas do Concurso Interno do Conservatório de Música do Porto em 2008. Foi mais um prémio entre os certames nacionais e internacionais que tem conquistado desde os nove anos de idade. Na sua estreia na Sala Suggia, apresenta duas obras carregadas de uma densa polifonia e intensidade dramática, qualidades que encontram na Sonata n.º 7 de Prokofieff, conhecida como uma das Sonatas de Guerra, um pináculo de virtuosismo. | ||||
| Ludwig van Beethoven Sonata em Si bemol maior, op.22 Fryderyk Chopin Nocturno op.27 nº 1 Sergei Prokofieff Sonata nº 7 in www.casadamusica.com/CulturalAgenda | ||||
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