terça-feira, 30 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
E se...
E se por um dia volta-se a encontrar os que já partiram...
E se por um dia volta-se à nossa infância e a um dos nossos dias passados a inventar historias...
E se por um dia só houvessem sorrisos...
E se por um dia só houvessem carinhos...
E se só por um dia não partiam...
E se um dia eu deixa-se para trás tudo...
E começasse tudo de novo...
E se por um dia tivesse o dom de limpar de vez a dor do coração de uma mãe...
E se por um dia conseguisse que de novo nos apaixonássemos uns pelos outros...
E se por um dia aquela manhã não existisse...
E se por um dia não carrega-se o peso do mundo...
E se por um dia deixa-se de ter o medo de sofrer...
E se por um dia arrisca-se...
E as coisas resultassem...
E se um dia acreditar de verdade...
E se por um dia não parecesse tão estranho ouvir...
E se por um dia pudesse acreditar nas palavras que são proferidas...
E se por um dia não fossemos classificados por números,
Por uma proporcionalidade de custo beneficio...
E se por um dia houvesse só sinceridade...
Que os sorrisos fossem verdadeiros...
Que as lágrimas fossem banidas...
E se por um dia o natal fosse mesmo sentido...
Nesse dia seria tudo tão mais fácil...
E todos seriamos um pouco melhor...
E se por um dia volta-se à nossa infância e a um dos nossos dias passados a inventar historias...
E se por um dia só houvessem sorrisos...
E se por um dia só houvessem carinhos...
E se só por um dia não partiam...
E se um dia eu deixa-se para trás tudo...
E começasse tudo de novo...
E se por um dia tivesse o dom de limpar de vez a dor do coração de uma mãe...
E se por um dia conseguisse que de novo nos apaixonássemos uns pelos outros...
E se por um dia aquela manhã não existisse...
E se por um dia não carrega-se o peso do mundo...
E se por um dia deixa-se de ter o medo de sofrer...
E se por um dia arrisca-se...
E as coisas resultassem...
E se um dia acreditar de verdade...
E se por um dia não parecesse tão estranho ouvir...
E se por um dia pudesse acreditar nas palavras que são proferidas...
E se por um dia não fossemos classificados por números,
Por uma proporcionalidade de custo beneficio...
E se por um dia houvesse só sinceridade...
Que os sorrisos fossem verdadeiros...
Que as lágrimas fossem banidas...
E se por um dia o natal fosse mesmo sentido...
Nesse dia seria tudo tão mais fácil...
E todos seriamos um pouco melhor...
domingo, 14 de dezembro de 2008
Capsulas...
Haveria eu de inventar cápsulas para o esquecimento. Uma que acompanhada por meio copo de água me faria esquecer-te, apagar-te da memória, do coração, toda e qualquer lembrança que me arrasta no tempo, voltar ao tempo imediato que te antecede e então aí viveria, em vez de sobreviver. Fechar o coração, relativizar e abstrair-me do amor é um exercício duro que roça o desumano. No entanto, é do mais humano que há, são as chamadas “coisas da vida”. É constatar da forma mais dura que o amor tem dois lados: um que me dá sentido à vida, assumindo-se como tudo aquilo que me move, outro que inevitavelmente me transforma num poço de tristeza, pela dor a que me atira.
Na maioria das vezes que penso em ti, penso que és um homem errado para mim. Mas o coração leva-me a acreditar que o fracasso é temporário, que o errado se pode tornar certo por tudo aquilo que me deu a conhecer em mim, certo por me fazer escrever, reflectir, dar respostas às perguntas essenciais da minha vida, ainda que essa sabedoria possa revelar-se tantas vezes um conhecimento triste, mas antes a latrina do auto-conhecimento, da improvisada e desajeitada ousadia de uma entrega do que o trono de coisa nenhuma em que te sentas.
by Poisoned Apple in A Maçã de Eva
Na maioria das vezes que penso em ti, penso que és um homem errado para mim. Mas o coração leva-me a acreditar que o fracasso é temporário, que o errado se pode tornar certo por tudo aquilo que me deu a conhecer em mim, certo por me fazer escrever, reflectir, dar respostas às perguntas essenciais da minha vida, ainda que essa sabedoria possa revelar-se tantas vezes um conhecimento triste, mas antes a latrina do auto-conhecimento, da improvisada e desajeitada ousadia de uma entrega do que o trono de coisa nenhuma em que te sentas.
by Poisoned Apple in A Maçã de Eva
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Madrid...
Chuva...
Malas e check in...
Risos...
Amigos...
Metro...
Roubo no meio de troca de estações...
Frio...
Prado...
Reina Sofia...Guernica..
Chueca...
Pacha...
Malbec...
Sorrisos...
Amigos...
Momentos em Madrid...
Malas e check in...
Risos...
Amigos...
Metro...
Roubo no meio de troca de estações...
Frio...
Prado...
Reina Sofia...Guernica..
Chueca...
Pacha...
Malbec...
Sorrisos...
Amigos...
Momentos em Madrid...
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