Há coisas que não são para se perceberem.
Esta é uma delas.
Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la.
Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro.
Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.
O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
(...) Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha.
Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso.
Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores.
O amor fechou a loja.
Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor.
A "vidinha" é uma convivência assassina.
O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino.
O amor puro é uma condição.
Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não é para perceber.
O amor é um estado de quem se sente.
O amor é a nossa alma.
É a nossa alma a desatar.
A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade.
É por isso que a ilusão é necessária.
A ilusão é bonita, não faz mal.
Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida.
A vida que se lixe.
Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber.
É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder.
Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra.
A vida dura a vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.
Elogio ao amor (Miguel Esteves Cardoso - Expresso)
sábado, 31 de maio de 2008
I'll just make the same mistake again...

So while I'm turning in my sheets
And once again, I cannot sleep
Walk out the door and up the street
Look at the stars beneath my feet
Remember rights that I did wrong
So here I go
Hello, hello
There is no place I cannot go
My mind is muddy but
My heart is heavy, does it show
I lose the track that loses me
So here I go
oo oooooo ooo ooo oo oooo...
And so I sent some men to fight,
And one came back at dead of night,
said "Have you seen my enemy?"
said "he looked just like me"
So I set out to cut myself
And here I go
oo oooooo ooo ooo oo oooo...
I'm not calling for a second chance,
I'm screaming at the top of my voice,
Give me reason, but don't give me choice,
Cos I'll just make the same mistake again,
oo oooooo ooo ooo oo oooo...
And maybe someday we will meet
And maybe talk and not just speak
Don't buy the promises 'cause
There are no promises I keep,
and my reflection troubles me
so here I go
oo oooooo ooo ooo oo oooo...
I'm not calling for a second chance,
I'm screaming at the top of my voice,
Give me reason, but don't give me choice,
Cos I'll just make the same mistake (REPEAT) again
oo oooooo ooo ooo oo oooo...
So while I'm turning in my sheets
And once again, I cannot sleep
Walk out the door and up the street
Look at the stars
Look at the stars, falling down,
And I wonder where, did I go wrong.
James Blunt - Same Mistake
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Poteito...
Seguido de uma valente gargalhada...
Há lá melhor coisa que ensinar inglês à mamã?
Em vez de potato, escreveu poteito...
Acompanhado com a devida pronuncia...
Eat, copiou cat...
Ou seja risota no final do dia...
Mais um dos nossos momentos...
Daqueles que ao recordarmos nos coloca o sorriso nos lábios...
Acho que só este momento para apagar o dia de cão que hoje tive...
E a cereja em cima do bolo foi a visitinha da Auditoria...
Que me vai acompanhar também amanhã...
Sabem que mais?
Puteito...
Há lá melhor coisa que ensinar inglês à mamã?
Em vez de potato, escreveu poteito...
Acompanhado com a devida pronuncia...
Eat, copiou cat...
Ou seja risota no final do dia...
Mais um dos nossos momentos...
Daqueles que ao recordarmos nos coloca o sorriso nos lábios...
Acho que só este momento para apagar o dia de cão que hoje tive...
E a cereja em cima do bolo foi a visitinha da Auditoria...
Que me vai acompanhar também amanhã...
Sabem que mais?
Puteito...
domingo, 25 de maio de 2008
Timmings...
sábado, 24 de maio de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
Podem existir diferentes formas de amar...

" ...É claro que podem existir diversas formas de amor, mas comigo ou há sentimento ou não há sexo.
Físico pelo físico, não me preenche,
Não acrescenta nada à minha vida,
Não escreve memórias,
Não faz frio na barriga,
Não faz estalinhos no coração,
Não me põe estrelas nos olhos nem me deixa o cabelo com brilho. "...
by Poisoned Apple in Maça de Eva
domingo, 18 de maio de 2008
David Fonseca | I see the world through You...

You don’t understand me now,
I wonder if you ever will,
I wonder if you’ll ever try.
Don’t get sad about,
All the strange thing I wrote,
They faded as the ink dried…
So I say go, go, hold your fists high,
Grow, slow, stand in for the fight,
Though I hope you never have to.
So I say run, run, sparkling light,
Have your fun and then come home at night,
I’m sure you’ll tell me something new,
Yeah I can see the world through you.
Frozen lakes and night storms,
Most you’ll cross on your own,
You’ll face the biggest landslides.
I’ll catch you on the hardest falls,
I’ll carry you inside this walls,
We’ll sing through all the highest times.
So I say go, go, hold your fists high,
Grow, slow, stand in for the fight,
Though I hope you never have to.
So I say run, run, sparkling light,
Have your fun and then come home at night,
I’m sure you’ll tell me something new,
Yeah I can see the world through you.
So I say go, go, hold your fists high,
Grow, slow, stand in for the fight,
Though I hope you never have to.
So I say run, run, sparkling light,
Have your fun and then come home at night,
I’m sure you’ll tell me something new,
Things you did and thing you do,
Yeah I can see the world through you.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Jeff Buckley | Last Goodbye
This is our last goodbye
I hate to feel the love between us die
But it's over
Just hear this and then i'll go
You gave me more to live for
More than you'll ever know
This is our last embrace
Must I dream and always see your face
Why can't we overcome this wall
Well, maybe it's just because i didn't know you at all
Kiss me, please kiss me
But kiss me out of desire, babe, and not consolation
You know it makes me so angry 'cause i know that in time
I'll only make you cry, this is our last goodbye
Did you say 'no, this can't happen to me,'
And did you rush to the phone to call
Was there a voice unkind in the back of your mind
Saying maybe you didn't know him at all
You didn't know him at all, oh, you didn't know
Well, the bells out in the church tower chime
Burning clues into this heart of mine
Thinking so hard on her soft eyes and the memories
Offer signs that it's over... it's over
I hate to feel the love between us die
But it's over
Just hear this and then i'll go
You gave me more to live for
More than you'll ever know
This is our last embrace
Must I dream and always see your face
Why can't we overcome this wall
Well, maybe it's just because i didn't know you at all
Kiss me, please kiss me
But kiss me out of desire, babe, and not consolation
You know it makes me so angry 'cause i know that in time
I'll only make you cry, this is our last goodbye
Did you say 'no, this can't happen to me,'
And did you rush to the phone to call
Was there a voice unkind in the back of your mind
Saying maybe you didn't know him at all
You didn't know him at all, oh, you didn't know
Well, the bells out in the church tower chime
Burning clues into this heart of mine
Thinking so hard on her soft eyes and the memories
Offer signs that it's over... it's over
terça-feira, 13 de maio de 2008
Dia da reclamação...
Nada melhor do que acordar com o mau humor...
E ter um dia em que toda a gente aproveitava para reclamar...
Há dias em que me sinto cansada do que faço...
Esgoto-me vezes demais...
Levo-me ao limite vezes demais...
E hoje escolheram o dia para reclamar...
Sem vontade de fazer o que quer que fosse...
Desanimo...
E uma dor de cabeça...
Foi assim o meu dia...
Ah e ainda tivemos mais um dia de chuva!!!!
Quando é que isto muda?
E ter um dia em que toda a gente aproveitava para reclamar...
Há dias em que me sinto cansada do que faço...
Esgoto-me vezes demais...
Levo-me ao limite vezes demais...
E hoje escolheram o dia para reclamar...
Sem vontade de fazer o que quer que fosse...
Desanimo...
E uma dor de cabeça...
Foi assim o meu dia...
Ah e ainda tivemos mais um dia de chuva!!!!
Quando é que isto muda?
segunda-feira, 12 de maio de 2008
James...
domingo, 11 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
Desta vez...
Há perfumes que nos identificam...
Há perfumes que nos marcam...
Há perfumes que nos ligam...
Há perfumes que nos conseguem transportar...
Há aqueles que deixam uma saudade...
Saudade daquele momento perfeito...
Daquele momento único...
Daquele momento em que me senti completa...
Daquele em que me senti feliz...
Daquele momento em que me senti mulher...
Daquele momento em que fui Eu sem restrições...
Daquele momento...
Do meu momento...
Aquele em que me senti nas nuvens...
Aquele momento foi meu...
Momentos, odores, prazeres...
Esses ficaram gravados...
Embora efémeros...
São meus...
E foram partilhados com uma pessoa muito especial...
Que me fez descobrir...
Que me fez sentir incondicionalmente...
Que me fez descobrir a mulher...
Que me fez não ter medo de arriscar...
Que me fez dizer o que sinto sem medos ou receios...
Que me fez sentir prazeres únicos...
Que me fez despertar...
E sentir de novo o teu perfume...
O teu perfume misturado com o odor da tua pele...
Despertou desejos...
Fez-me retroceder no tempo...
Desta vez tive medo de arriscar...
Tive medo de depois não conseguir seguir sem ficar presa no tempo...
De depois não fazeres parte de mim...
Doeu demais ter-te perdido...
Doeu te teres afastado...
Doeu demais não ter o amigo...
De ter tanto para te contar e de não te ter
De não me ouvires...
Desta vez foi diferente...
Abafei o meu desejo...
Deixei-me ficar no silencio,
Enquanto te sentia no quarto ao lado...
Mas quando fecho os olhos...
Sinto de novo o teu perfume...
As tuas mãos no meu corpo...
Sinto como a pele se arrepia com o sentir do teu respirar...
Sinto o prazer das nossas longas conversas...
Das conversas que nos transportavam...
Das conversas que nos deixavam saudosos...
De o desejo ficar à flor da pele...
Do prazer do reencontro...
Desta vez senti de novo o medo...
Desta vez não arrisquei...
Desta vez simplesmente me abafei...
Desta vez reprimi o desejo de te sentir...
Poderia ser doloroso demais...
Desta vez tive medo de arriscar,
De procurar o que queria
Tive medo de não ter de novo o momento...
Tive medo de sair defraudada...
Tive medo que de novo as lágrimas surgissem...
Tive medo do que poderia despertar...
Tive medo do que poderia sentir...
O silêncio e a solidão...
Foram o resultado de não arriscar...
De não viver o momento...
Desta vez não arrisquei...
Não arrisquei por medo...
Não arrisquei por insegurança...
Desta vez não arrisquei porque me tenho abafado...
Tenho reprimido desejos...
Sinto-me de novo demasiado passiva...
Sinto-me sem vitalidade...
Porque não tenho segurança para dizer o que quero...
Porque não deixo o meu desejo transparecer...
Porque desta vez...
Não te senti...
Não te senti na minha pele...
Tal como o desejava...
Desta vez...
Desta vez foi diferente...
Não foi como sentia...
Não foi como desejava...
Desta vez procurei-me,
E não me encontrei...
Não encontrei a mulher que despertaste
Procurei-me mas não tive a coragem de me deixar sair...
E não me ajudas-te...
Eu sei que devo ser eu...
Eu sei que me repetiste 1000 vezes...
Que eu tinha que dizer o que queria...
Que tu não me dizias...
Que eu é que tinha que dizê-lo sem receio...
Que tinha que deixar fluir a mulher que sou
E que reprimo...
De deixar que o trabalho me tome...
E de não deixar tempo para mim...
Eu sei tudo isso...
Não sei porque não o digo...
Não sei porque o reprimo...
Mas desta vez não o disse...
E devia tê-lo dito...
Há perfumes que nos marcam...
Há perfumes que nos ligam...
Há perfumes que nos conseguem transportar...
Há aqueles que deixam uma saudade...
Saudade daquele momento perfeito...
Daquele momento único...
Daquele momento em que me senti completa...
Daquele em que me senti feliz...
Daquele momento em que me senti mulher...
Daquele momento em que fui Eu sem restrições...
Daquele momento...
Do meu momento...
Aquele em que me senti nas nuvens...
Aquele momento foi meu...
Momentos, odores, prazeres...
Esses ficaram gravados...
Embora efémeros...
São meus...
E foram partilhados com uma pessoa muito especial...
Que me fez descobrir...
Que me fez sentir incondicionalmente...
Que me fez descobrir a mulher...
Que me fez não ter medo de arriscar...
Que me fez dizer o que sinto sem medos ou receios...
Que me fez sentir prazeres únicos...
Que me fez despertar...
E sentir de novo o teu perfume...
O teu perfume misturado com o odor da tua pele...
Despertou desejos...
Fez-me retroceder no tempo...
Desta vez tive medo de arriscar...
Tive medo de depois não conseguir seguir sem ficar presa no tempo...
De depois não fazeres parte de mim...
Doeu demais ter-te perdido...
Doeu te teres afastado...
Doeu demais não ter o amigo...
De ter tanto para te contar e de não te ter
De não me ouvires...
Desta vez foi diferente...
Abafei o meu desejo...
Deixei-me ficar no silencio,
Enquanto te sentia no quarto ao lado...
Mas quando fecho os olhos...
Sinto de novo o teu perfume...
As tuas mãos no meu corpo...
Sinto como a pele se arrepia com o sentir do teu respirar...
Sinto o prazer das nossas longas conversas...
Das conversas que nos transportavam...
Das conversas que nos deixavam saudosos...
De o desejo ficar à flor da pele...
Do prazer do reencontro...
Desta vez senti de novo o medo...
Desta vez não arrisquei...
Desta vez simplesmente me abafei...
Desta vez reprimi o desejo de te sentir...
Poderia ser doloroso demais...
Desta vez tive medo de arriscar,
De procurar o que queria
Tive medo de não ter de novo o momento...
Tive medo de sair defraudada...
Tive medo que de novo as lágrimas surgissem...
Tive medo do que poderia despertar...
Tive medo do que poderia sentir...
O silêncio e a solidão...
Foram o resultado de não arriscar...
De não viver o momento...
Desta vez não arrisquei...
Não arrisquei por medo...
Não arrisquei por insegurança...
Desta vez não arrisquei porque me tenho abafado...
Tenho reprimido desejos...
Sinto-me de novo demasiado passiva...
Sinto-me sem vitalidade...
Porque não tenho segurança para dizer o que quero...
Porque não deixo o meu desejo transparecer...
Porque desta vez...
Não te senti...
Não te senti na minha pele...
Tal como o desejava...
Desta vez...
Desta vez foi diferente...
Não foi como sentia...
Não foi como desejava...
Desta vez procurei-me,
E não me encontrei...
Não encontrei a mulher que despertaste
Procurei-me mas não tive a coragem de me deixar sair...
E não me ajudas-te...
Eu sei que devo ser eu...
Eu sei que me repetiste 1000 vezes...
Que eu tinha que dizer o que queria...
Que tu não me dizias...
Que eu é que tinha que dizê-lo sem receio...
Que tinha que deixar fluir a mulher que sou
E que reprimo...
De deixar que o trabalho me tome...
E de não deixar tempo para mim...
Eu sei tudo isso...
Não sei porque não o digo...
Não sei porque o reprimo...
Mas desta vez não o disse...
E devia tê-lo dito...
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Patrick Watson | Slip into your skin
Slip into your skin and spend the night
And get out mine
Walking the streets in dark
Where lamps are the sunshine for the trees
Oh for the trees.
Cause everybody needs somebody
To hold them down
Oh everybody needs somebody
To hold them down
When your feet are leaving the ground
Leaving the ground
Leaving the ground
Leaving the ground.
Be the blanket for my bones
Be a place that I call home
Slipped into your skin and spent the night
Cause I feel like a different man
I feel it when I’m with you
When I’m with you
When I’m with you
When I’m with you.
domingo, 4 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
Lost & Found...

Esta paragem,
Este destino,
Esta pequena fuga,
Esta procura pelo silêncio,
Esta procura de paz,
Esta procura de solidão...
Simplesmente a minha procura...
Procura de reinicio...
De reencontrar o inicio...
De reiniciar...
De juntar todas as peças
De reunir o que estava disperso
De reunir de novo as partes...
De perceber como tudo encaixa...
De fugir das discussões sem fim sobre o mesmo tema...
Discussões em repeat,
Repeat e repeat...
Parar com esta fuga que cada vez mais me consumia a mim
E pouco sossego trazia
A não ser levar o corpo físico ao limite...
A ocupar as horas dos dias com algo que fazia sentido...
A única coisa que parece ter sentido...
A única coisa que funciona...
A única coisa que traz retorno...
A única coisa de sucesso...
Absorvo-me...
Abafo-me...
Sigo rotinas dias e dias...
Mecanizo...
Não sinto...
Cada vez mais chego minutos do dia ocupa...
Cada vez menos minutos possuo...
Cada vez menos ouço as discussões sem fim...
Cada vez menos ouço as mesmas conversas...
Cada vez menos me oiço...
Cada vez menos resta de mim...
Cada vez menos surjo...
Cada vez mais me abafo...
Por isso parei...
Por isso fugi...
Por isso regressei...
Nestes meus dias...
Encontrei paz...
Encontrei tranquilidade
Encontrei o silencio que necessitava...
Encontrei soluções...
Tracei caminhos...
Tracei a rota a seguir...
Chorei,
Limpei lágrimas,
Sorri...
Reiniciei a viver...
Agora é só seguir...
Encontrei-me...
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Dharma
One Knows one's own good deeds
And bad deeds.
No need to ask about fortune and Misfortune!
Good and bad will receive just compensation.
It is only a matter of time.
And bad deeds.
No need to ask about fortune and Misfortune!
Good and bad will receive just compensation.
It is only a matter of time.
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